quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Aprende a aprender...


Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém,
algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga,
você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não para para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

[William Shakespeare]



Você aprende

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Lua Nova - Filme

Por Isabelle Restel
“Após Bella se recuperar do ataque de um vampiro que quase tirou a sua vida, ela pensa em comemorar seu aniversário com Edward e sua família. Porém, após um incidente durante a festa, quando Bella deixa derramar uma gota de seu sangue, Edward decide deixar a cidade de Forks para o bem de sua amada. Inconsolável, Bella estreita seus laços de amizade com Jacob Black, sem imaginar que um perigo ainda maior a aguarda. Continuação da saga Crepúsculo, baseada no livro homônimo de Stephenie Meyer.”
Finalmente chegou aos cinemas o filme mais aguardado do ano. A continuação da Saga Crepúsculo estreou na última sexta feira e só no primeiro dia já bateu recorde de bilheteria.

Do contrário do que possam imaginar, Lua Nova não é apenas uma sequência simples do romance, o longa é muito mais que isso e surpreende bastante nos efeitos especiais e na maneira que o decorrer dos acontecimentos foram adaptados do livro, sem ser forçado demais ou vazio. O que é bem difícil fazer, pois na maioria das vezes o que escutamos é: “o livro é mil vezes melhor do que o filme”. Definitivamente não é o caso deste.

Em Lua Nova existe equilíbrio, coerência e fidelidade à obra escrita. Os fatos principais estão muito bem representados, sem grandes mudanças e isso ajuda bastante para o entendimento dos “não leitores da série”, ou seja, mesmo se você não leu não se preocupe, dá pra entender tudo numa boa.
Lua Nova também não é “O filme sobre o fim do namoro de Edward e Bella”. Não, o filme passa longe dessa depressão toda e tem um ar muito mais divertido e engraçado, graças ao personagem Jacob que foi interpretado muitíssimo bem por Taylor Lautner (aiai...) que, além de arrancar suspiros das meninas, se tornou o grande destaque do filme. Não foi só pelo aspecto da beleza física, o fato é que Jacob é o amigo que sempre estará ao lado de Bella.

Eles se tornam muito mais íntimos e muito mais próximos, o que nos leva a refletir sobre a importância da amizade nas nossas vidas e o quanto um amigo pode nos ajudar nos momentos difíceis nos dando um pouco de atenção, apoio, carinho, força e proteção sem exigir nada em troca. Jacob é fofo! E mesmo depois de algumas reviravoltas essa mistura de amor e amizade não se abala e com o tempo se estabiliza.
Chega! Não vou estragar a surpresa de quem ainda não assistiu, mas vale destacar que as cenas de ação e efeitos especiais com os lobos são incríveis tanto quanto as cenas de perigo em que Edward aparece nas visões de Bella, sem falar nos momentos tensos com os Volturi na Itália.
É de arrepiar do início ao fim!

Fica a dica!
Beeeeeeijos

Click


Os melhores momentos não merecem ser gravados em fotografias,
eles são guardados na memória que perde a exatidão com o tempo,
mas sempre refletem a felicidade quando relembrados.

[Dona Geo]

Bons Momentos não tem Replay!

sábado, 21 de novembro de 2009

Coldplay - Violet Hill

Quando o futuro é arquitetado
Por um carnaval de idiotas em amostra
Seria melhor você ficar quieto.

Se você me ama,
não vai me deixar saber?


Então, se você me ama
porque você me deixaria ir?

Eu levei meu amor para a colina violeta .
Lá nós nos sentamos na neve.
E todo esse tempo,
ela continuou em silêncio.

Se você me ama,
não vai me deixar saber?


Diga-me que me ama!

Porque é!


É covarde, e isso tudo não passa de uma grande covardia.


Todo esse medo, toda essa luta vã de esconder-se, enquanto procura o que não existe naquilo que imagina já ter encontrado. É uma grande covardia correr em círculos naquilo que já conhece, no que não há saída, tampouco direção.

É algo covarde apostar em perder algo que já o teve, por julgar conhecer a dor, por acreditar que se supera mais fácil perder o que já foi perdido, acreditar que "fazer o certo" agora seja uma maneira de se apagar cicatrizes incuráveis, que se amenizar uma dor, que se apaga o arrependimento.

É mais covarde ainda escolher a dedo um coração fechado, procurar no pior motivos para não sentir a culpa da incapacidade de acreditar no amor, de imaginar que sofre menos quando se fizer acreditar que foi perdido, e não, que o perdeu.

Uma grande covardia é mentir a si mesmo e acreditar que não mereça algo melhor, que não se é capaz de corresponder a algo verdadeiro.

Pensar que não superaria uma nova perda, pensar que todas as pessoas são covardemente iguais, que tudo se resume a um estúpido ciclo doentio, com as mesmas dores.

É a covardia mais estúpida privar um sentimento pensando em sofrimento, mentido a si mesmo, já sofrendo por não conseguir esconder-se dele, encontrando-se sem coragem de encará-lo.

É uma grande hipocrisia condenar-se a ser sozinho de mãos dadas com a covardia, olhando-se no espelho repetindo "olá" a um estranho.


[Dona Geo]



Me odeio por te amar tanto...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ai...


Para proteger um sentimento
tem horas que parece certo
fazer tudo errado.


[Dona Geo]



Para proteger um sentimento

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Mais loca que o Batman


Acho que todo mundo já passou por uma situação em que deixou uma outra pessoa constrangida sem querer, no meu caso, eu vivo fazendo isso, e juro, a maior parte é sem querer mesmo. Eu aplico muita ironia no meu dia a dia, aquela coisa de respostas rápidas e muitas vezes, por ser meu jeito mesmo muito solta, simplesmente falo alguma coisa até séria mas de um jeito que vira graça.

Um dos assuntos que constrange muito as pessoas que não me conhecem muito é o fator família, alguns dos meus amigos não sabem que meu pai é falecido, imagine meus conhecidos, enfim, eu não me apresento a uma pessoa e digo, "oi, meu nome é Geovana e eu não tenho pai"e também evito um tanto o assunto, não porque me incomode, quanto ao fato eu já sou muito bem resolvida, e não me abalo quando conto e tudo mais, não me chateia, mas parece que quando você conta a pessoa fica sem graça, como se te chateasse, ou então fica me olhando com cara de piedade, o que é terrível!

O curioso é quando entra em algum assunto que alguém pergunta sobre minha família, do tipo, "o que seus pais fazem da vida?". Quando eu não quero estender a conversa, mas não quero mentir eu falo, "Bom, da vida meu pai não faz mais nada, mas era locutor" depois estendo para falar da minha mãe e tal.

Mas esses dias aconteceu algo meio diferente, eu fui contar uma arte minha, minha e de mais uma prima minha, como nós éramos um pouco atentadas. Falava com um amigo sobre a influência da TV na vida das crianças, principalmente nas mais retardadas, como foi meu caso!

Uma vez, eu e minha prima, resolvemos imitar uma vídeo cassetada (super inteligente!) eram dois "moleques" que estavam vestidos de Batman, um deles dava um "Bat Soco " na barriga de um cara, o outro ia logo em seguida e dava um "Bat Saco"! A cobaia foi o eu pai! Pense! Ele estava dormindo durante a nossa grande ideia, eu fui e dei o "Bat soco" minha prima foi e deu o "Bat Saco" mas ela não foi delicada... Enfim, eu já estava meio longe mas levei a pequena bronca junto!

Quando eu terminei de contar, meu amigo, muito espontâneo, falou "nossa seu pai deve ter morrido de raiva e de dor", então por um impulso idiota eu disse "não, na verdade ele morreu de cirrose, mas não bebia, foi bem estranho o caso dele". Meu amigo ficou sem palavras, ele não sabia que meu pai havia falecido, ficou meio sem graça pelo que eu falei, mas falei de boa, ele percebeu que não havia falado nada errado, mas a situação foi um tanto constrangedora, claro.
Então ele agiu normalmente e voltou a comentar sobre o fato, falou, "nossa, e sua prima não morreu de vergonha depois?"

Ai então eu não aguentei mesmo, e contei:
"Bom, na verdade... ela morreu, mas de acidente... dois anos antes do meu pai."
Não preciso dizer que ele me olhou com aquela de "você não existe".

Juro, foi a maneira mais estranha que eu já contei para alguém sobre os dois fatos.
Tem gente que pode ler isso e achar um horror, tem gente que vai rir, nós rimos muito depois do jeito que a "coisa" aconteceu, meu pai mesmo deixava bem claro que quando ele morresse, eu não deveria ficar chorando, que isso chatearia muito ele, imaginar que quando eu lembrasse dele me trouxesse lágrimas e sofrimento, ele queria ser lembrado de forma alegre, ele tinha um humor um tanto peculiar também, mas tudo isso serviu de lição, para o que eu ainda não sei...

Auto-Ironia!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Mas quem falou?


É muito fácil se quando se descobre que alguém falou mal de você ficar com raiva e já pensar em uma maneira de "dar o troco" ou "tirar a história a limpo", criando um sentimento de vingança e indignação estando de cabeça quente.

Difícil é conseguir pensar como é a pessoa que falou, como é a vida dela, quais os valores dela, porque ela disse o que disse, quais as razões dela em se preocupar com algo da vida alheia e quem de fato são os tipos de pessoas que levam a sério o que ela fala.

Na maioria das vezes, quando se pára para pensar num troço desses, dá vontade é de chorar de pena, dá vontade de sentar com a pessoa e conversar.

Dizer a ela que a vida é muito, mas muito mais do que isso.


[Dona Geo]


Quem é VOCÊ pra falar de MIM?

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